10 novos hábitos de consumo nos EUA

Com base em um artigo recente do New York Times sobre tendências no varejo, o Ed Cotton, do Influx Insights, levantou 10 pontos que mostram novos hábitos do consumidor norte-americano durante a crise. Achei interessante e tomei a liberdade de traduzí-los, pois alguns deles fazem muito sentido também na realidade brasileira.
São eles:
1. Alimentos continuam na lista. Roupas e móveis não.
2. As pessoas estão aderindo às marcas próprias das grandes redes varejistas.
3. As pessoas estão trocando as carnes de primeira por carne moída. Outros estão adotando o frango, e outros estão substituindo as proteínas por carboidratos.
4. O lar se tornou o centro de tudo. Disque Pizza baratos e filmes se tornaram a nova forma de diversão. As pessoas não estão saindo tanto, e também não estão cortando gastos nas tecnologias de entretenimento. As vendas de TV LCD, por exemplo, só aumentam.
5. Hortas domésticas estão em alta.
6. As pessoas estão tentando se manter saudáveis por conta própria, sem recorrer a especialistas. Isso indica um aumento no consumo de vitaminas e outros medicamentos do gênero.
7. Atrás de sossego em tempos tão conturbados, muita gente está aderindo aos medicamentos para dormir, antiácidos e remédios para dor de cabeça.
8. Atividades que visam melhorar suas casas, como reparo doméstico, tem tido um grande crescimento.
9. As pessoas não estão comprando carros novos, mas investindo em melhorias para os que já possuem.
10. Os pais não estão passando os filhos do uso de fraldas para o de roupas de baixo com suspensórios. Estão indo direto para a roupa de baixo convencional.

Começaram a seguir hábitos dos brasileiros rs
Carlos, não entendi o item 10.
Nos EUA, as crianças, depois da fralda, começam a usar roupas de baixo com uma espécie de suspensório. Com a crise, os pais tem adotado a roupa de baixo convencional diretamente logo após a fralda, por ser mais barata.
Esses novos hábitos são interessantes. Principalmente para a indústria de eletrônicos.
Talvez com isso, aumente mais ainda o investimeto em tecnologias de entreterimento eletronico, como o lovo controle do Xbox.
E cada vez mais alinha-se um comportamento local a um parâmetro mundial, e vice versa.
Os investimentos em computador e internet residencial também não diminuiram com a crise, ao contrário.
Se os consumidores tem preferido o lar aliado ao entretenimento e serviços digitais, pela lógica, as perspectivas são muito boas para quem trabalha com serviços para web, emarketing etc. =)
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